O ambiente do hotel, que criamos de forma totalmente autônoma e independente, sem a ajuda de qualquer decorador ou arquiteto, reflete nossa busca sistemática, inspirada, metódica, até sofrida, para conseguir materializar algo que oscila entre a citação cultural, a lembrança de viagens, o sonho criativo e a afirmação de princípios estéticos e arquiteturais eternos, sem origem definida e limitadora. Tudo muito intelectual? De forma alguma. As reações típicas de quem entra nos nossos apartamentos, no restaurante, na cozinha, são: “Que bonito!” “Que divertido!” “Que interessante!” “Que aconchegante!”

Os detalhes – na estética, nos materiais, na antiguidade dos objetos – também são muito importantes para nós, sinais concretos de valores que queremos repassar para os hóspedes: torneiras de cobre chinesas que lembram uma fonte antiga, mãos francesas floreais de ferro mineiras para sustentar as lâmpadas de terracota na varanda do restaurante, uma cama de madeira